Correio Esporte

Fotógrafo acusado de extorquir Adriano na Itália pega 44 meses de prisão






A Justiça italiana condenou nesta quinta-feira Fabrício Corona,
proprietário de uma empresa de fotografia, a três anos e oito
meses de prisão por chantagear artistas, políticos e jogadores
de futebol em seu país, entre eles o atacante brasileiro
Adriano, hoje no Flamengo.


Corona foi condenado por tentativa de extorsão em
quatro diferentes casos. Adriano, então jogador do Inter de
Milão, foi procurado por ele a fim de que pagasse para evitar a
publicação de fotos de uma festa em sua casa, mas não aceitou a
proposta.


A princípio, tinha sido pedida uma pena de sete
anos e dois meses para o empresário, mas o Tribunal de Milão
reduziu a reclusão, absolvendo-o em três casos e considerando-o
culpado em quatro.


Além do caso de Adriano, Corona foi considerado
culpado por tentar extorquir o motociclista Marco Melandri,
supostamente fotografado em companhia de uma atriz pornô, e o
jogador Francesco Coco, então atleta do Milan, clicado em uma
discoteca.


Entre as pessoas convocadas para depor estão o
vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, a apresentadora
Simona Ventura e a assessora de imagem da família Berlusconi,
Matilde Simonetto. 

 

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